As cidades do Alto Tietê ainda não têm políticas públicas para deficientes físicos. Estimativas apontam que cerca de 29 mil pessoas sejam atendidas por seis prefeituras da região de forma superficial. Mogi é a única que tem uma coordenadoria específica para o assunto, criada em fevereiro deste ano. “Essa é a melhor forma de começar uma política pública”, adverte Cid Torquato, coordenador de Políticas Públicas da Secretaria Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência. » Página 04